textNOV0911

Diante da atual situação econômica no Brasil, os consumidores têm procurado maneiras mais facilitadas na hora de comprar e aqueles que não têm pressa para a aquisição de um bem, recorrem ao sistema de consórcio, pois sabem que é uma modalidade vantajosa com uma série de benefícios.

Nos primeiros três meses do ano, o consórcio enfrentou a crise político-econômica do país. De acordo com dados divulgados pela ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), enquanto o total de participantes de março apresentou estabilidade em relação ao mesmo mês do ano passado (mais de 7 milhões), as vendas de novas cotas atingiram 508,6 mil do acumulado trimestral.

O acumulado de contemplações de janeiro a março registrou retração de 1,6%, ao baixar de 357,7 mil (jan-mar/2015) para 351,8 mil (jan-mar/2016). No entanto, nos créditos disponibilizados houve alta de 3,2% ao atingir R$ 10,52 bilhões (jan-mar/2016)­, contra R$ 10,19 bilhões no mesmo período do ano passado.

“Se o atual momento pode ser fator desanimador, por outro lado a consciência sobre a melhor gestão das finanças pessoais, ponderada a partir da essência da educação financeira, poderá manter os consórcios como excelente opção tanto para os interessados que projetarem futuras aquisições de bens ou contratações de serviços como para o setor produtivo, com maior consumo programado. O consumidor que se planejar desde já estará à frente dos demais quando a crise passar e a economia se recuperar”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.